
A diretora do SindSaúde Marli Rodrigues questiona o tempo de tramitação dos processos da Gratificação por Apoio Técnico Administrativo (GATA), Técnicos em Higiene Dental (THDs) e técnicos administrativos. Os processos da GATA e dos THDs encontram-se, respectivamente, desde agosto e outubro deste ano na Secretaria de Saúde (SES/DF) e o processo dos técnicos administrativos está na Secretaria de Administração Pública (SEAP/DF) desde o começo do mês.
“Me preocupo com a lentidão com que o governo encaminha as tão suadas conquistas dos trabalhadores. O GDF deveria ter a mesma pressa em atender as nossa reivindicações como a que tem em terceirizar a saúde”, declarou Marli.
GATA
Na terça-feira, 22/11, Marli Rodrigues esteve na Secretaria de Saúde para cobrar agilidade na tramitação do processo e o encaminhamento à Câmara Legislativa (CLDF). O processo da incorporação dos 80% restantes da GATA – um direito adquirido na greve dos servidores – está agora na Subsecretaria de Gestão de Pessoas em Saúde (SUGEPS), com a subsecretária Maria Natividade, que comprometeu-se a encaminhá-lo até sexta-feira, 25/11, para o secretário de Saúde, Rafael Barbosa. Posteriormente o processo deverá ser enviado para a SEAP/DF.
THDs
O processo que trata da redução de carga horária dos THDs – de 30 horas para 24 horas semanais – foi enviado pela Assessoria Jurídica e Legislativa da SES/DF para a SUGEPS na sexta-feira, 25/11. Quando chegar à CLDF, o processo será submetido à votação.
Técnicos Administrativos
Segundo a representante da comissão dos técnicos administrativos Laura Batista, o processo da categoria encontra-se no gabinete do secretário de Administração, Wilmar Lacerda. A representante conversou com o chefe de gabinete, Sinval de Melo, que garantiu que a SEAP/DF encaminhará o processo para a secretaria de governo. Entretanto, o chefe de gabinete não estipulou prazo para o encaminhamento.
O processo dos técnicos administrativos visa separar as áreas meio (servidores que dão suporte ao trabalho da saúde) e fim (servidores que exercem função de contato direto com os pacientes). A ideia é criar, dentro da área meio, a carreira de analista, que exigirá curso superior, mas não de áreas específicas, como ocorre na carreira de especialista.