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Destaques da imprensa (17/2)

17, fev 2012 Sem Comentários por

Saúde discute programação de obras a serem executadas neste ano

16/02/2012 – 14:49

A Subsecretaria de Logística e Infraestrutura da Secretaria de Saúde – Sulis/SES -  recebeu um levantamento das Regionais de Saúde com as  obras  para este ano. Cada regional apontou três serviços prioritários que serão analisados pela Sulis e executados de acordo com a disponibilidade de recursos.

Em reunião com  os diretores regionais e gestores da Secretaria de Saúde, o subsecretário de Atenção à Saúde, Ivan Castelli, informou  que já foram assinados contratos para substituição e modernização de todos os elevadores. “Alguns elevadores, como o do Hospital Regional de Taguatinga, estão com pelo menos 35 anos de uso”, afirma o subsecretário.

Já o subsecretário de Logística e Infraestrutura, José Moraes Falcão, lembrou que no início do ano passado recebeu 1.230 demandas em toda a rede das quais 644 foram atendidas. “Executamos 94% do orçamento disponível”, disse o subsecretário ao informar que as obras continuarão ao longo deste ano e as demandas indicadas pelos diretores regionais serão atendidas para melhorar a estrutura física da rede pública.

Entre os avanços conquistados ao longo do primeiro ano de governo, Ivan Castelli destacou a redução na espera por tratamentos como radioterapia e quimioterapia. Em setembro, de acordo com ele, eram 308 pacientes na fila de espera por radioterapia, número que em fevereiro caiu para 11. “A média em outros estados, segundo o Tribunal de Contas da União, é de 108 dias de espera”, disse o subsecretário.

Outra melhoria diz respeito a ampliação dos leitos de U.T.I. Em janeiro do ano passado eram 222 leitos na rede pública, incluindo 14 que estavam desativados e foram ativados, além da abertura de outros 41 leitos. A ampliação nos leitos de U.T.I continua neste ano com a abertura de 10 leitos no HRG até o fim de fevereiro. Outros 10 serão abertos em Samambaia e mais 100 com previsão de entrega em 90 dias. O número de leitos contratados na rede privada caiu de 129 para 40. “A Secretaria de Saúde gastou R$ 70 milhões em 2010, com pagamento de leitos na rede privada, despesa que em 2011 caiu para R$ 34 milhões e deverá ficar abaixo de R$ 20 milhões neste ano”, informou o subsecretário de Atenção à Saúde.

Fonte: SES/DF

Hospital do Guará ganha Centro de Urgências

16/02/2012 – 18:33

Começa a funcionar nesta sexta-feira (16), o Centro de Urgências do Hospital Regional do Guará, que funcionará dentro do pronto-socorro. A nova unidade receberá os pacientes que necessitam ser estabilizados em emergências clínicas e traumáticas. No local, serão feitas ressuscitação cardio-pulmonar, intubação, ventilação mecânica, imobilização de vítimas de acidentes de transito, avaliação cardiológica e neurológica, além de pequenos procedimentos cirúrgicos tais como colocação de dreno de tórax e suturas diversas.

O Centro contará com três salas, chamadas de Sala Vermelha – destinada e equipada para o recebimento, avaliação e estabilização das urgências e emergências clínicas e traumáticas-, Sala Amarela – destinada à assistência de pacientes semi-críticos, onde serão realizados monitorização cardíaca, observação do estado do paciente, suporte de oxigênio (não invasivo) e monitorização dos sinais vitais dos pacientes e Sala de Procedimentos, que será reservada à enfermagem para curativos diversos, cateterismo visical, sondagem nosogástrica e controle dos sinais vitais.

A equipe do Centro de Urgências, composta por médicos, enfermeiros, técnico de enfermagem e administrativo, será formada por servidores do HRGu e do Samu, que já foram devidamente treinados.

Fonte: SES/DF

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Aposentado consegue aumento de mais R$ 1 mil no contracheque após consultar o SindSaúde

16, fev 2012 Sem Comentários por

 

Após consultar o departamento jurídico do SindSaúde, o aposentado  da regional de Planaltina, Tiago Roque de Araújo Sobrinho, 73 anos, descobriu que faltavam R$ 1.148,48 em seu contracheque. O sindicalizado também foi informado de que tinha direito a ações do desconto indevido do INSS e a do tíquete alimentação – que podem render ao aposentado entre 10 a 20 mil reais e 19 mil, respectivamente.

Em 2010, Tiago Roque veio ao SindSaúde com o intuito de se desfiliar, mas foi convencido pela diretora Joana Matos a consultar o departamento jurídico do Sindicato antes de tomar essa atitude. Foi quando o aposentado soube dos benefícios que vinha perdendo e deu entrada nas ações do INSS e do tíquete alimentação. “A princípio eu não acreditava muito no SindSaúde, mas com o passar dos anos fui vendo os benefícios que conquistávamos nas greves e fui clareando a minha mente. Agora que fui beneficiado, não pretendo me desfiliar nunca mais”, conta o aposentado.

No departamento jurídico do Sindicato, o aposentado foi aconselhado a fazer uma análise do contracheque, e foi quando o sindicalizado descobriu que não recebia tudo a que tinha direito. O acréscimo no salário se devia aos nove anos que o aposentado trabalhou em empresas privadas antes de se tornar servidor público. Entretanto, só um ano mais tarde – em novembro de 2011 – Tiago Roque decidiu procurar o INSS para pedir a contagem do tempo de serviço.

Desde dezembro, o aposentado recebe a parte do salário que não era incorporada ao contracheque. “Agora quero ver com o jurídico do Sindicato se não tenho direito ao retroativo do que não foi pago desde 2004, ano em que me aposentei”, disse.

 

 

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Destaques da imprensa (15/2)

15, fev 2012 Sem Comentários por

Conselho de Saúde condena ação do CRM na UPA

 O Conselho de Saúde do DF deliberou em reunião ordinária nº 284, realizada na manhã desta terça-feira (14), no plenário do Edifício Lino Martins, SBS, publicar resolução no Diário Oficial do DF, condenando a ingerência do Conselho Regional de Medicina (CRM), de forma equivocada, na Saúde Pública do DF, resultando na “interdição” da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Samambaia. Os membros do Conselho consideram que o CRM extrapolou em suas funções ao não respeitar um prazo minimamente razoável para as correções ou adaptações pertinentes, causando danos à população, respaldado em argumentos discutíveis, sem que os mesmos tenham sido sequer debatidos na instância pertinente, ou seja, o Conselho de Saúde. A instância se posiciona contrária à medida do CRM e delibera pela continuação do funcionamento da unidade e o atendimento à população.

Fonte: Conselho de Saúde do DF

 

Servidores param atividades no HRT em protesto por aumento dos atendimentos

Publicação: 15/02/2012 10:46 Atualização:

Servidores do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) pararam as atividas nesta madrugada de quarta-feira (15/2), a príncipio, em protesto pelo aumento da demanda causado pelo funcionamento apenas parcial da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia.

Segundo informações da secretaria de Saúde, fornecidas por meio de nota à imprensa, a manifestação foi rápida e apenas alguns servidores da emergência aderiram ao movimento. A pasta negou ainda que o protesto tenha causado prejuízo no atendimento aos pacientes.

A secretaria explicou também que a lotação no Pronto Socorro não apresenta anormalidade em relação a outros dias. Inclusive, alega a diretoria, em outros períodos já ocorreu maior lotação na unidade, independente de haver ou não funcionamento pleno da UPA de Samambaia.

Já em relação a UPA de Samambaia, a secretaria de saúde do Distrito Federal informou continua o atendimento para casos de Clínica Médica, obedecendo aos critérios da classificação de risco. Casos de Pediatria classificados como vermelho ou amarelo estão sendo encaminhados para o Hospital Regional da Asa Sul (Hras). Os demais casos, sem gravidade ou risco iminente, estão sendo orientados a procurarem atendimento nos centros de saúde ou demais hospitais da rede.

Fonte: Correio Braziliense
Sem a UPA de Samambaia, moradores peregrinam por centros distantes

 

Publicação: 15/02/2012 06:41 Atualização: 15/02/2012 06:45

Entregue às moscas, a única Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em funcionamento no Distrito Federal, em Samambaia, segue com a sala de espera e os consultórios vazios a partir da “interdição ética” promovida pelo Conselho Regional de Medicina (CRM). Desde a última segunda-feira, os médicos estão proibidos de atuar no local pela entidade porque a Secretaria de Saúde não tomou providências para melhorar as condições de trabalho. Ontem pela manhã, apenas um clínico-geral atendia os casos de urgência que chegavam ao espaço inaugurado há um ano. A intervenção deixou outros centros clínicos do DF ainda mais cheios.
Os impactos negativos nos usuários da rede pública fizeram com que a medida acabasse repudiada por outros colegiados. Os profissionais que desrespeitarem a resolução do CRM podem ter de responder a processo disciplinar no órgão. O Conselho de Saúde do DF, no entanto, se manifestou contrário à decisão por considerá-la equivocada. Para a instituição, o CRM “extrapolou em suas funções” e não considerou “um prazo minimamente razoável para as correções ou adaptações” dos problemas encontrados em inspeção feita na UPA.

Após a intervenção, a unidade de Samambaia caiu no abandono. A vendedora Nathália Cristina dos Santos, 24 anos, procurou ontem o centro para tratar de uma distensão no pescoço. Por conta da falta de médicos, foi orientada a procurar o hospital regional de Ceilândia ou de Taguatinga. “Muitas vezes, demorava bastante, mas a gente conseguia ser atendido. Agora, nem isso. O descaso com a população só aumenta”, reclamou.

A matéria completa você lê na edição impressa desta quarta-feira (15/2) do Correio Braziliense

Fonte: Correio Braziliense

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SindSaúde encaminha solicitação de redução de carga horária dos Técnicos Administrativos e dos AOSDs.

fev 14, 2012 Sem Comentário

Em 14 de fevereiro, o SindSaúde-DF encaminhou um ofício ao secretário de saúde (SES/DF), Rafael Barbosa, uma solicitação de redução de carga horária, de 30 horas para 24 horas, para os servidores nas especialidades do cargo de Técnico em Saúde, para os servidores que ainda cumprem carga horária de 30 horas, no caso, os técnicos administrativos. A mesma solicitação também se estende para as especialidades do cargo de Auxiliar em Saúde, os antigos Auxiliares Operacionais de Serviços Diversos (AOSD) de: Anatomia Patológica, Anestesiologia, Apoio Administrativo, Copa, Eletrocardiograma, Eletroencefalograma, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Hematologia e Hemoterapia, Lavanderia Hospitalar, Serviços Gerais, Operador de Máquinas, Ortopedia e Gesso, Padioleiro, Patologia Clínica, Radiologia e Toxicologia, enfim todos da Carreira de Assistência Pública à Saúde do Quadro de Pessoal do Distrito Federal.

No ofício, Antônio Agamenon, presidente do SindSaúde-DF, reforça a importância da SES de oferecer tratamento isonômico a todos os servidores do Sistema Único de Saúde (SUS), e condena o tratamento discriminatório, considerando que a maioria dos servidores já cumprem 24 horas.

Marli Rodrigues, diretora do Sindicato, acredita que a sansão da Lei n° 4.747/2012, (29/1), que reduziu de carga horária dos Técnicos em Higiene Dental (THDs) e dos Técnicos em Nutrição para 24 horas, demonstra que a união dos servidores pode sensibilizar o Governo para as necessidades. Marli avalia que “a vitória dos THDs foi fruto de muita luta. Agora a batalha é pelos AODS e pelos técnicos administrativos. E somente com garra, negociação e, muita luta, conseguiremos sensibilizar o Governo quanto à importância de reduzir a carga horária desses servidores”.

Marli lembra que o secretário de administração (SAS-DF), Vilmar Lacerda, mencionou com muita propriedade, em uma reunião do Fórum do Serviço Público, realizada, na sede da CUT-DF (4/2), que “não podemos nem devemos tratar os trabalhadores de forma diferenciada” (sic). Com isso, segundo Marli, “está lançado o grande desafio para o Governo, de sair do discurso e ir para a prática. E no que depender do SindSaúde vai a luta para garantir essa conquista para os servidores. ”

Confira abaixo o documento encaminhado à SES.

 

 

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Conselho de Saúde reprova interdição na UPA de Samambaia

fev 14, 2012 Sem Comentário

A interdição na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, promovida pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), foi reprovada pelo Conselho de Saúde do DF (CSDF), durante a reunião realizada na manhã de terça-feira, 14/2. Durante o encontro, houve também a aprovação da mudança no nome do Hospital Regional da Asa Sul (HRAS) para Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). Foram levantadas questões como a remoção do setor de cardiologia do Hospital Regional do Guará (HRGu) e a regulação na fila de espera da regional.

O secretário adjunto da Secretaria de Saúde (SES/DF) e conselheiro gestor do CSDF, Elias Miziara, admitiu que a UPA de Samambaia padece de problemas com estrutura, segurança, medicamentos e médicos. Entretanto, de acordo com Miziara, o CRM não tem poder para fechar uma unidade de saúde. “Essa ação do CRM extrapola o limite daquilo que um Conselho pode fazer”, declarou. O secretário adjunto disse ainda que os médicos que se ausentarem do trabalho na UPA de Samambaia poderão sofrer processo administrativo. Uma nova reunião foi marcada para 28/2 para discutir de forma mais ampla a questão das UPAs do DF.

Agamenon Torres, presidente do SindSaúde e representante dos trabalhadores do CSDF, elogiou a fala de Miziara, mas ressaltou que a raiz do problema está nas péssimas condições de trabalho dos servidores.”Nós, enquanto trabalhadores da saúde, não temos o direito de omitir socorro a população. Então não podemos concordar com a atitude do Conselho Regional de Medicina. Mas a situação não está assim por culpa dos médicos, temos que entender a situação desses profissionais”, disse.

HRAS e HRGu

Durante a reunião, o Conselho aprovou por unanimidade a mudança do nome do HRAS para HMIB. Segundo os membros do CSDF, a alteração se deve a uma questão de referência para o usuário, pois o hospital é voltado para o atendimento da mulher e da criança.

Outra questão levantada foi a transferência da cardiologia do HRGu para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) e a regulação na fila de espera da regional. Os temas serão discutidos na próxima reunião do CSDF.

Conselho de Saúde do DF

O CSDF é composto por representantes do governo, dos trabalhadores e dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS/DF).

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Agentes de portaria do HRT denunciam falta de condições de trabalho

fev 14, 2012 Sem Comentário

Agentes de portaria do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) denunciaram sobrecarga de trabalho e falta de condições para o exercício da função. De acordo com a denúncia, apenas oito agentes trabalham no HRT – a regional deveria contar com 28 servidores nesse setor. Os agentes atendem, em média, 600 pessoas por dia. Outro problema é o controle de entrada na regional, que não é informatizado. Faltam até cadeiras e o vidro de proteção para atender a população, o que constantemente coloca em risco a saúde do trabalhador.

“Trabalho quatro horas por dia em pé no balcão de visita, sem nenhuma proteção. Anoto quem entra no hospital e também as trocas de visitantes, por isso um computador facilitaria o controle de visitas no pronto socorro na portaria central.  Queremos ser ouvidos pela direção para que assim tenhamos melhores condições de trabalho”, conta um agente de portaria do HRT que prefere não se identificar.

Outro servidor, que também não quis se identificar, diz temer por sua saúde. Segundo ele,  a falta de investimento do governo é a causa do problema. “O primeiro contato do paciente é com o agente de portaria, que atende a população sem nenhuma proteção e fica suscetível a todo tipo de contaminação”, disse.

De acordo com o diretor do SindSaúde Vander Borges a sobrecarga de trabalho é grande e faltam condições mínimas de trabalho. “A pressão que os agentes sofrem é muito grande, tanto da população quanto da direção do hospital, e isso causa stress nos servidores e propicia doenças.Vamos encaminhar ofício para a direção do hospital solicitando a solução do problema dos agentes de portaria do HRT o quanto antes. Essa situação não pode continuar dessa maneira”, destaca.

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